Marcos Hasselmann
Dia 04 de dezembro quinta-feira as 21 horas o Vinicius Show bar apresenta Marcos Hasselmann Canta o melhor do Jazz, Bossa e Soul
Marcos Hasselmann coloca voz e performance a serviço da boa música, espetáculo musical do artista homenageia ídolos que influenciaram sua trajetória. Quando um artista canta com o coração, não somente com a voz, costumamos enxergar um diferencial nele.
É o caso de Marcos Hasselmann – o “último crooner do Rio de Janeiro”, conforme lhe disse o amigo e músico João Braga. Quem também ajudou a lançar oficialmente a carreira de Marcos e sempre atestou seu talento foi o músico Bira, integrante do sexteto do Programa do Jô – onde, aliás, Marcos foi entrevistado e acabou fazendo parcerias musicais com o novo amigo. Tendo um estilo único Marcos representa o verdadeiro artista – aquele que não é forjado com métodos apenas de marketing e mercado. É um artista puro e genuíno, que vem demonstrando seu interesse pela música como ouvinte desde pequeno. quando já cantava em casa e eventos nas escolas, desde os 11 anos.
O artista diz que, quando criança, os saraus em casa que o salvavam. “Eu tocava cavaquinho em grupos de serestas dos meus pais e amigos, cantava as músicas, minha primeira apresentação infantil foi no Teatro Gay Lussac. Mas depois cantei nas casas Duerê e Nó na Madeira, que fizeram história em Niterói. Daí então fiquei um tempo sem cantar, até a entrevista com Jô Soares – um fato que mudou a minha vida, em 2008. Bira e Osmar me convidaram para trabalhar junto com eles e finalmente me mudei pra SP, em 2012”, explicou ele – que considera o começo profissional de sua carreira naquele ano. Quando começou se deu conta que o Bira era seu anjo da guarda. “Ele dizia que eu sou o melhor cantor do Brasil. Ele mudou o rumo da minha história, me apresentou para todo mundo, me mostrou a vida de cantor e do músico raiz. Tudo aquilo foi muito rico para mim, tenho muito a agradecê-lo, para sempre”, sinaliza Hasselmann.
Carreira iniciada na TV, seguiram-se, então, um ano e nove meses se apresentando toda semana no Terraço Itália, em São Paulo. Bira dizia que o Marcos canta como ele fala – o que demonstra a simplicidade e a verdade do seu canto. “Bira me ensinou que o sucesso não deve subir à cabeça. Eu não sou ninguém, mas é muito fácil que uma pessoa se deslumbre com a fama e os elogios. Eu sou Marcos, para mim estou apenas cantando e me divertindo, que bom que também atinjo o público”, explicou ele.
“Meu palco é a minha sala de estar, lá estou me divertindo, mas é uma brincadeira muito séria, onde estou recebendo as pessoas. O palco é meu templo! Existe uma troca energética com o público”, conta ele, que mostra repertório de clássicos e standards da música nacional e internacional, incluindo obras de Tim Maia, Sandra Sá, Tom Jobim, Frank Sinatra, Amy Winehouse, Joe Cocker e as inesquecíveis “Hit The Road Jack” e “Georgia on My Mind” (Ray Charles).
“Já cantei muito Frank Sinatra, inclusive com a Sampa Big Band. E só posso agradecer a essa vida que me foi presenteada, já que me apresentei ao lado de grandes músicos de como os saudosos Arthur Maia, Dino Rangel, além do percussionista Paulão Menezes e os queridos Chico Batera e Guilherme Bedran, entre tantos outros. É muita sorte ter músicos de alta qualidade ao meu lado”.
Marcos sempre ouviu todo tipo de música. “Ouço funk, pagode, samba, bossa nova, pop, grupos ingleses como The Cure e The Smiths, mas sempre ouvi meus grandes professores, que foram Stevie Wonder, Alberta Hunter, Ella Fitzgerald, Ray Charles, Tom Jobim, Ivan Lins e Nana Caymmi. Faço aniversário no mesmo dia que o James Dean e o Elvis Presley. Então, na minha infância, meus pais me davam discos que viravam trilha sonora das minhas férias e, com isso, me influenciavam”, contou, destacando também Rita Lee, Elis Regina e Simone.
“Sempre ouvi muita música boa, minha mãe cantava, meu pai e ela sempre nos apresentavam música de qualidade – inclusive o samba, que sempre amei e agora estou cantando também”, contou o intérprete. Marcos Hasselmann procura se manter antenado em relação aos novos compositores. “Dos novos nomes do Brasil, gosto muito do Chico Chico e do João Mantuano. Temos grandes talentos começando em todos os segmentos musicais, vale a pena incentivar. É tão difícil para o artista viver da sua arte, e ao contrário, é tão importante a arte para a vida das pessoas. O valor da arte é fundamental, é ela que mantém as pessoas vivas e pulsando”, finaliza Marcos. Texto: Leonardo River Julho 2025
Venha ver esse grande Cooner brasileiro em uma noite especial no aconchegante Vinicius Show Bar as 21 horas na Rua Vinícius de Moraes, 39, Ipanema. Ingressos disponíveis na Bilheteria do Local, na Sympla e Pix.









