BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
METHOD:PUBLISH
CALSCALE:GREGORIAN
PRODID:-//WordPress - MECv7.33.0//EN
X-ORIGINAL-URL:https://agendaculturalriodejaneiro.com/
X-WR-CALNAME:Agenda Cultural Rio de Janeiro
X-WR-CALDESC:Agenda de Eventos no Rio de Janeiro . O que fazer no Rio de Janeiro
X-WR-TIMEZONE:America/Sao_Paulo
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
X-LIC-LOCATION:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20260529T173059
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
X-MS-OLK-FORCEINSPECTOROPEN:TRUE
BEGIN:VEVENT
CLASS:PUBLIC
UID:MEC-e07e8d6278a0615f420eab3adb939f2b@agendaculturalriodejaneiro.com
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20260602T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260630T200000
DTSTAMP:20260513T141046Z
CREATED:20260513
LAST-MODIFIED:20260513
PRIORITY:5
SEQUENCE:1
TRANSP:OPAQUE
SUMMARY:Cícero – a Anarquia de um Corpo Santo, no CCJF
DESCRIPTION:Peça no CCJF traz Padre Cícero encarando a própria morte no espetáculo “Cícero – a Anarquia de um Corpo Santo”, de Samir Murad\nSolo teatral premiado que investiga o mito do “Padim Ciço” e que traz reflexões sobre política e religião, entra em cartaz Teatro do CCJF na Cinelândia, em junho\n \nNo sertão nordestino, onde fé e sobrevivência caminham lado a lado, uma missa se transforma em um acontecimento sobrenatural: ao receber do padre a hóstia, uma beata vê o sagrado se converter em sangue diante dos olhos do povo. Entre gritos de milagre e a negação da Igreja, emerge a figura controversa de Padre Cícero — homem de devoção inabalável que desafia instituições, mobiliza multidões e ainda hoje ecoa como uma das maiores encruzilhadas entre fé e política no Brasil.\n \nA peça “Cícero – A Anarquia de um Corpo Santo”, de Samir Murad, coloca Padre Cícero em um momento absolutamente crucial de sua existência: a passagem da vida para a morte. Apresenta de forma poética, rompendo tempo e espaço, passagens significativas de sua vida, e os vislumbres que Cícero teria do futuro de tudo aquilo que um dia ajudou a fundar. O espetáculo fica em cartaz de 2 a 30 de junho – (terças e quartas às 19h, exceto dia 24), no Teatro do CCFJ, na Cinelândia, centro do Rio.\n \nFazendo uma retrospectiva crítica da própria vida, Padre Cícero permite aos espectadores ressignificar a história desse mito nacional e por extensão, provocar reflexões a respeito da Igreja e da política na sociedade contemporânea. Valendo-se de referências do teatro e do misticismo oriental, em consonância com o pensamento de Antonin Artaud, Samir Murad utiliza de elementos do BUTOH – uma espécie de teatro-dança japonês – assim como de conceitos extraídos do LIVRO TIBETANO DOS MORTOS, ambos tendo no estudo da Morte sua fonte de investigação artística e espiritual.\n \nO Cariri, no Ceará, é uma região rica de lendas e mitos, sagas familiares e, acima de tudo, de uma religiosidade singular, onde se encontram a tradição e o contemporâneo, em um diálogo desafiador e poético, como os versos cantados de um repentista. É nesse ambiente, reconstruído através de cenário, iluminação e trilha sonora especiais, que o padre será desconstruído e reconstruído, a partir de uma evocação do ser humano cheio de contradições, por trás da aparente impavidez do mito.\n \nCom a dimensão mágica emprestada desse momento de passagem da física  para a espiritual, Cícero revive em seu  corpo de forma poética, as diversas personagens, que definiram sua trajetória e que foram definidos por ela; tanto os protagonistas  quanto as vozes vindas do imaginário popular. A partir de então, passa-se a discutir não só sua existência, mas toda a questão religiosa e política que dela emanou e que marcou esse povo para sempre.\n \nA trilha sonora que mescla diversos ritmos do Cariri, tradicionais e contemporâneos, ladainhas e cantos a ritmos do Oriente Médio e da Asia Central, acentua o clima solar e de aridez que povoa essas regiões, aproximando esses povos a partir de seus códigos mais essencialmente tribais. O cenário apresenta um tapete vermelho que sobe ao teto, como um caminho que une a Vida à Morte traduzindo, juntamente com a iluminação, a solidão do homem diante de sua luz e de sua escuridão.\n \n“Se fui expulso da Igreja por uma decisão política, foi na política que tive de me decidir \npara trazer de volta a minha religião”\n                                                                        \nSobre Samir Murad\nAtor de teatro, cinema e televisão, autor e professor. É formado pela UNIRio, com pós-graduação na UFRJ, com mestrado também pela UNI-RIO. No cinema, participou de diversos longas e curtas metragens nacionais premiados. Na televisão, fez inúmeras participações na TV Globo, TV Record, Netflix e Canal Brasil. Trabalhou como dublador na Herbert Richers. Foi Professor da Faculdade da CAL.  Fundou a companhia teatral Cambaleei, mas não caí…, que tem, em Antonin Artaud sua principal referência de pesquisa de linguagem cênica, inaugurada com o texto infantojuvenil de sua autoria Além da lenda do Minotauro, que também dirigiu e que foi publicado. No teatro atuou sob a direção de Augusto Boal, Bibi Ferreira, Sérgio Britto, Miguel Falabella, Paulo de Moraes, Sidnei Cruz e Gustavo Paso entre outros. Em 2001 encenou seu primeiro trabalho solo Para acabar de vez com o julgamento de Artaud e segundo a crítica de O Globo, foi um dos dez melhores espetáculos do ano. Em 2008 escreveu e encenou seu segundo solo, Édipo e seus duplos, também publicado.  Em 2017, encenou, também de sua autoria O cão que sonhava lobos, um solo musical infantil, publicado com ilustrações. Em 2019 protagonizou a encenação de Educação Siberiana e estreou seu terceiro solo, Cícero – A anarquia de um Corpo Santo, que encerra a trilogia Teatro, Mito e Genealogia e que também virou livro. Em 2020 integra o elenco da novela Genesis da TV Record e apresenta seu primeiro livro de poemas e crônicas intitulado O Retorno de Netuno. Em 2022 atua em O Alienista, sob direção de Gustavo Paso, sucesso de público e crítica e em 2023 integra o elenco da novela Terra e Paixão da TV Globo e estreou seu mais recente solo O Cachorro que se Recusou a Morrer. Em 2025 apresentou a Mostra Retrospectiva “Teatro Mito e Genealogia”, com seus quatro monólogos em cartaz: “Para acabar de vez com o julgamento de Artaud”, “Édipo e seus duplos – ou porque dois é igual a três”, “Cícero – a anarquia de um corpo santo” e “O cachorro que se recusou a morrer”.\n\nSERVIÇO\nCÍCERO – A ANARQUIA DE UM CORPO SANTO\nCriação, texto e atuação: Samir Murad\nDe 2 a 30 de junho (terças e quartas) às 19 h\nDebate pós-peça: toda terça-feira, durante 30 minutos\nNão haverá espetáculo na quarta dia 24/jun\nTeatro do CCJF: Av. Rio Branco, 241 – centro / metrô estação Cinelândia\n70 minutos | 14 anos | Ingressos: R$40,00 e R$20,00 (meia entrada) – via Sympla ou bilheteria do teatro\nhttps://www.sympla.com.br/evento/cicero-a-anarquia-de-um-corpo-santo/3409904\n \nFICHA TÉCNICA\nCriação, texto e atuação: Samir Murad\nDireção: Daniel Dias da Silva \nCenário e figurino: Karlla de Luca\nTrilha sonora: André Poyart e Samir Murad\nDesenho de luz: Russinho e Francisco Hashigushi\nOperação de luz e som: Francisco Hashigushi\nAssessoria de Imprensa e media Social: Rodolfo Abreu | Interativa Doc\nProgramação visual: Redson Pereira\nFotos: Fernando Valle\nProdução executiva: Wagner Uchoa\nApoio Logístico: Fernando Alax Casa 136\nRealização: Cia.Cambaleei, mas não caí…\nInstagram: @samirmurad.ator Facebook: Samir Murad\n
URL:https://agendaculturalriodejaneiro.com/events/cicero-a-anarquia-de-um-corpo-santo-no-ccjf/
CATEGORIES:Teatro
LOCATION:Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20040-009, Brasil
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://agendaculturalriodejaneiro.com/wp-content/uploads/2026/05/image021-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR
